Diretor de Portos e Costas – DPC vem prestigiando os importantes eventos especialmente no Rio de Janeiro

O Diretor de Portos e Costas vice-almirante Roberto Gondim Carneiro da Cunha, que aparece na foto cumprimentando o colunista, quando da sua recente visita a capital paraense, prestigiou com a sua presença, a homenagem que foi prestada pelo Centro de Capitães da Marinha Mercante, à primeira mulher que assumiu o Comando de um navio porta-contêineres, ex-aluna da nossa Universidade do Mar – CIABA, Capitão-de-Longo Curso Daisy Lima da Silva, por sinal, uma paraense. Na ocasião ele dirigiu elogiosas palavras que muito sensibilizaram a ilustre homenageada.

Maior Petroleiro da Transpetro em viagem internacional chegou em Cartagena na Espanha

O maior petroleiro da Transpetro aportou há poucos dias em Cartagena-Espanha realizando sua primeira viagem internacional, trata-se do NT “Abdias Nascimento”, que tem no seu comando um jovem paraense formado pela nossa “Universidade do Mar,” que é o CIABA, Capitão-de-Longo Curso Ricardo Monteiro, hoje considerado como uma das maiores expressões da Marinha Mercante Brasileira.
Destaca-se que esse Comandante é muito estimado também na Amazônia, já que por mais de dois anos, no Comando do NT “Oscar Niemeyer”, também da Transpetro, atendeu o trecho Coari-AM/São Luiz-MA, com escalas em Manaus/Belém, distribuindo gás, sempre recebendo a bordo autoridades da Marinha, para visita ao seu navio.

Rebocador “Mistral” o mais novo incorporado pela Aliança

A Aliança Navegação e Logística batizou, no Estaleiro Detroit Brasil, em Itajaí (SC), seu quarto rebocador portuário, o Aliança Mistral. Entre o segundo semestre de 2017 e o início deste ano, a Aliança recebeu três embarcações do mesmo estaleiro: Aliança Minuano, Aliança Aracati e Aliança Pampeiro. Todos os rebocadores, inclusive os novos, levam nomes de ventos que atingem o território brasileiro. O Mistral, por exemplo, é um vento que desce colinas e transporta ar de alta densidade com a ação da gravidade. Além disso, também é conhecido como “vento de outono” e se caracteriza por ser seco e frio, soprando do Norte para o Sul da França.
Os sete rebocadores da Aliança, cada um com 32 metros de comprimento e capacidade de tração estática de 70 toneladas bollard pull, são considerados de última geração, pois possuem um nível superior de automação (classe ‘Automatic Bridge Centralized Control Unmanned’), permitindo que os controles do sistema de propulsão sejam inteiramente comandados e monitorados pelo passadiço. A empresa espera receber as três últimas embarcações até o final de 2018.

Hidrovias

Até o momento não aconteceu o início das operações de retirada do Pedral do Lourenço na Hidrovia do Tocantins, e nem as obras necessárias para o pleno funcionamento da Hidrovia do Guamá. Tudo continua só na promessa…

Unidos

Os Práticos que cuidam das manobras de todo o Brasil e da singradura, através das suas empresas, com apoio do CONAPRA e da FENAPRÁTICOS, estão todos unidos contra a investida para retirada do controle da Marinha. Certos.

Romaria

Para evitar acidentes e imprudência de alguns participantes, com certeza a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental-CPAOR vai adotar as mesmas providências que tomou no ano passado na Romaria Fluvial.

Cidadão

Será sem dúvida alguma uma grande justiça a concessão pela Assembléia Legislativa do Estado, do Título de Cidadão do Pará, para o empresário engenheiro naval Fábio Vasconcellos, por tudo que tem feito no setor.

Colaboração

É elogiável sobre todos os aspectos a colaboração que a FIEPA-Federação das Indústrias presta ao setor aquaviário, bem como a Marinha do Brasil, na cessão de seus auditórios, quando necessário, para importantes encontros.

Divulgação

A CPH-Companhia de Portos e Hidrovias, que hoje tem dois bons amigos na sua diretoria, na qualidade de um importante órgão ligado ao setor, poderia muito bem oferecer uma melhor divulgação do mesmo. Fica a sugestão.

MARESIAS

Neste próximo dia 25, o Comandante do 4º Distrito Naval vice-almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho e a Presidente da SOAMAR-PA, Drª. Sônia Guedes, reúnem os Soamarinos de nossa capital para um Rodízio de Pizza no Espadarte Clube dos Oficiais da Marinha, na Vila Naval, num ambiente da mais elevada confraternização.

Graças ao Centro de Capitães da Marinha Mercante, que tem um paraense na presidência a Marinha Mercante Brasileira, tem o seu Hino que é sempre executado nas formaturas no CIAGA-RJ e CIABA-PA, bem como o seu Pavilhão, fruto da lembrança do Comandante da Marinha, depois de uma visita ao Chile onde assistiu uma formatura de mercantes.

O nosso bom amigo Dr. Medina (PHD) em Ciências Empresariais-Membro do CONSAD-Conselho de Administração da CDP-Companhia Docas do Pará, muito parabenizado pelo grande feito, que marcou para melhor o seu currículo, através da Universidade Fernando Pessoa em Porto -Portugal, Medina é muito estimado no setor e gente da melhor qualidade.

Ainda no decorrer desta semana a coluna estará informando sobre o início das operações de reflutuação do navio-boiadeiro que ainda se encontra naufragado no porto de Vila do Conde, trata-se do “HAIDAR” cujo acidente aconteceu há quase três anos, quando se preparava para seguir viagem ao exterior, com cinco mil animais.

Dentro de pouco mais de um mês estarão indo a leilão algumas áreas localizadas nas proximidades do Terminal Petroquímico de Miramar, segundo comentários na “beira do cais”, importantes grupos estariam interessados nas mesmas, inclusive um deles de nossa capital. De qualquer maneira, resta aguardar… porque depois eu volto

O próximo importante acontecimento no setor naval de nossa capital, com certeza será a incorporação no Grupamento de Patrulha Naval do Norte, o moderno Rebocador de Alto Mar “Iguatemi”. O GPNN tem hoje no seu Comando um Oficial Superior da Marinha de elite, que já exerceu outras importantes funções, meu amigo CMG Ricardo Jaques.

Se não fosse o prestígio e a grande força do SINDARPA, que tem a frente o dinâmico armador e empresário Eduardo Carvalho, muita coisa ruim já teria acontecido no setor aquaviário paraense, portanto, vamos prestigiar cada vez essa entidade, do contrário… o pior pode acontecer. São mais de 60 anos defendendo a navegação fluvial.

Já está sendo cogitado por outras empresas de navegação fluvial o uso de embarcações fluviais (balsas) fechadas nos moldes das usadas pela Combitrans, com a finalidade de dificultar as ações dos “piratas” nos rios da Amazônia, que, lamentavelmente, continuam acontecendo em todas as direções, causando sérios problemas para as empresas. (AS).

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