Pessoas físicas e jurídicas agraciadas no DIA NACIONAL DO AMIGO DA MARINHA em cerimônia no Ginásio do CIABA

Em meio a comemoração do Dia Nacional do Amigo da Marinha, bonita cerimônia que foi realizada no Ginásio do CIABA – Centro de Instrução “Almirante Braz de Aguiar”, pessoas físicas e jurídicas foram homenageadas. Hoje a coluna publica os representantes da empresa de navegação TRANSDOURADA, do conceituado Grupo GDIAS e do poderoso SINDAMPA, nas pessoas do executivo Rogério Lima (foto 1) e da bela advogada Helena Klautau (foto 2).
No decorrer da semana, por falta de espaço, a coluna publicará as fotos de outros homenageados. O evento que foi presidido pelo vice-almirante Newton de Almeida Costa Neto, auxiliado pela presidente da SOAMAR-Belém empresária Sonia Guedes, foi bastante prestigiado. No final um coquetel. (Fotos: Luis Celso).

Estado do Amapá bem servido pela Marinha do Brasil

O Estado do Amapá tem recebido uma atenção muito especial da Marinha do Brasil, isto através do Comando do 4º Distrito Naval, tanto assim que no decorrer deste ano o Navio – Auxiliar “PARÁ” realizou diversas ações sociais, seguindo até a Fronteira com a Guiana Francesa, oferecendo serviço médico-odontológico, laboratorial e outros mais, criando também uma Agência Fluvial na cidade de Oiapoque que vem tendo grande atuação.

Petroleiro da TRANSPETRO chegou a operar no Terminal SOTAVE

A TRANSPETRO chegou a realizar uma operação no sistema Shipp (TO) Shipp no Terminal SOTAVE em Outeiro, só não continuou porque na ocasião a atual direção da CDP-Companhia Docas do Pará recusou-se de fazer algumas pequenas adaptações para melhor agilizar o serviço. Resultado ficou só na primeira.

Aumenta o número de MARINAS no litoral de Belém

A exploração de MARINAS em Belém está sendo um bom negócio, já que diversas delas estão localizadas no litoral, especialmente da Avenida Bernardo Sayão, todas elas muito bem equipadas, até com restaurante e oferecendo absoluta segurança para seus clientes. Esse setor é também fiscalizado pela Capitania dos Portos.

MARESIAS

A Marinha Mercante Portuguesa já contou com um luxuoso navio de turismo, o “FUNCHAL”, que realizou muitos CRUZEIROS para a nossa capital. Por diversas vezes, acompanhado do saudoso amigo Rômulo Maiorana, almoçamos a bordo do mesmo.

O Terminal SOTAVE, localizado em Outeiro, com calado para navios de até 170 mil toneladas, para operações Shipp (TO) Shipp, continua sendo um elefante branco da CDP – Companhia Docas do Pará e deverá fazer parte da lista do próximo leilão.

Quatro estados da Amazônia já tiveram suas empresas de navegação operando embarcações de passageiros, inclusive o Pará, que ficou com a ENASA, mas que depois foi extinta, e o Amapá, com uma serie de confortáveis navios, também se acabou. Triste.

O Comando do 4º Distrito Naval já iniciou as providências para o sucesso de mais um importante evento, que é o DIA DO MARINHEIRO, no próximo mês de dezembro, quando inclusive algumas personalidades de Belém receberão o Mérito Tamandaré.

Um ex-presidente da CDP-Companhia Docas do Pará, de nome difícil, de vez enquando está dando um “bordejo” lá pelo “CASARÃO”. Ele, por sinal, é Oficial Superior da Reserva da Marinha, tendo inclusive servido na Base Naval de Val-de-Cães.

Dizem… não sei, que o Ministro de Minas e Energia, por sinal Almirante-de-Esquadra, tem um “AFILHADO” em Belém exercendo a presidência de uma estatal, que jamais prestigiou qualquer cerimônia da Marinha em nossa capital. Estranho…

O nosso muito estimado Almirante Leonardo Puntel, Comandante de Operações Navais da Marinha – CON tem sido incansável na solução dos problemas que envolvem a presença de óleo cru nas diversas praias do nordeste brasileiro. Sempre presente.

O estaleiro INACE de Fortaleza, capitaneado pelo velho amigo empresário Gil Bezerra, tem CADEIRA CATIVA na Boat Show de MIAMI. Através da mesma já exportou cerca de 30 luxuosos iates. Esse estaleiro é o único que funciona na capital cearense.

Os PRÁTICOS da ZP-1 são tão bem adestrados, que logo no início do embarque de bauxita através do Terminal em Juruti, manobravam navios para atracação sem rebocador de mais de 220 metros de comprimento. Verdadeiros mestres, sem dúvida. (AS).

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