Jovem armador e empresário paraense que hoje é destaque nacional por tudo de bom que vem realizando

Hoje o destaque especial da coluna vai para o jovem armador e empresário José Rebelo III,, presidente do Grupo REICON, vice-presidente da FENAVEGA – Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária e diretor da CNT-Confederação Nacional dos Transportes, onde se destaca pela inteligência e o conhecimento de todos os segmentos ligados aos transportes hidroviários, sendo muito estimado nacionalmente pela sua fina educação.
Na foto ele aparece com o colunista, seu grande amigo, quando de importante evento ligado a navegação realizado em nossa capital, ele que também faz parte da diretoria do SINDARPA-Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação no Estado do Pará, bem como da SOAMAR-Belém. (Foto: Luis Celso).

Atual presidente do CONAPRA pretende divulgar ao máximo a importância dos PRÁTICOS

O atual presidente do CONAPRA-Conselho Nacional de Praticagem, Ricardo Augusto Leite Falcão, por sinal Prático da ZP-1 (Rio Amazonas), quer divulgar ao máximo para a sociedade a extraordinária importância da Praticagem, isto, aliás, este colunista vem fazendo quase diariamente, porque conhece de perto o trabalho desses profissionais, já que por mais de 20 anos trabalhou lado a lado com os mesmos.
No Brasil, o PRÁTICO precisa ser melhor reconhecido, como acontece nos países de primeiro mundo, onde até REI já exerceu a função e são conhecidos também, conforme por diversas vezes já noticiamos, como “ANJOS DA GUARDA DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E PRIVADO”.

Indústria Naval paraense hoje é referência nacional e internacional

A Indústria Naval paraense é hoje reconhecida nacionalmente pela excelente mão-de-obra. No sudeste trafegam embarcações de vários tipos construídas em Belém, como Rebocadores e Barcaças, formando grandes comboios fluviais, navios de médio porte especializados no transporte de derivados de petróleo, e possantes catamarãs, estes operando na travessia Santos/Guarujá, que foram encomendados pelo governo Estado de São Paulo, que receberam os melhores elogios.
Um dos estaleiros da nossa capital que mais se destaca é o RIO MAGUARI, com o seu sêlo de qualidade, presente também na Argentina, hoje está habilitado para construir qualquer tipo de embarcação, tanto fluvial quanto marítima e de pesca, atuando ainda em outros importantes segmentos, com uma equipe de técnicos do mais alto nível profissional.

Transporte fluvial de passageiros já teve seus dias de glória na região

O transporte fluvial de passageiros na Amazônia, já teve seus dias de glória, com luxuosos navios cobrindo as diversas rotas, inclusive com uma linha internacional, ou seja, Belém/Iquitos-Peru, com escalas em diversas cidades intermediárias do rio Amazonas e do rio Solimões. Hoje, lamentavelmente, isso não acontece mais. As embarcações, com raríssimas exceções, deixam a desejar.
A SNAPP/ENASA operou os navios fluviais mais luxuosos, por último possantes catamarãs, restando hoje apenas um deles de propriedade da empresa ENART, totalmente recuperado, fazendo a linha Belém/Manaus e escalas.

MARESIAS

Pelo fino trato que dispensa aos clientes, o dr. Guzzo Júnior – Executivo Diretor de Navegação da REICON, está aumentando cada vez mais o prestígio dessa empresa, que está na lista dos melhores da Amazônia Oriental, com quase meio século de relevantes serviços.

Nosso estimado amigo AE Viveiros – Chefe do Estado-Maior da Armada, como sempre muito gentil, agradeceu as nossas publicadas. Ele, quando ainda vice-almirante Diretor de Portos e Costas-DPC, bordejava diariamente, lá no Rio de Janeiro, pela coluna, através do Portal da Navegação.

O armador Relton Osvaldo Pinto, vice-presidente da nossa SOAMAR-Belém, ainda está balançando com relação a sua investidura com o Presidente desta entidade que congrega os soamarinos de Belém. Se aceitar, terá, com certeza, a colaboração de todos os seus amigos.

Tudo indica que vamos ter uma surpresa, com relação a reflutuação do navio-boiadeiro “HAIDAR”, que já completou quatro anos naufragado no porto de Vila do Conde, sacrificando, inclusive, cinco mil animais que se destinavam ao Líbano.

Por pouco o Terminal Hidroviário de Passageiros deixou de ser construído em Miramar, onde funcionou o Estaleiro da ENASA, isso quando Governadora do Estado Ana Júlia Carepa, mas, considerando a distância, o projeto foi suspenso.

O maior número de belas jovens que já cursaram a EFOMM do nosso CIABA, tanto nos cursos de Náutica como de Máquinas, na sua grande maioria são nordestinas, liderando sempre o Ceará, seguidas das paraenses. Quem quiser pode conferir.

O Terminal Fluvial que vai ser construído na Praça Princesa Isabel, na Condor, vai ser também uma grande atração turística, com travessias inclusive para a Ilha do Combu, onde hoje estão localizados diversos restaurantes, oferecendo os melhores pratos regionais.

Muita gente não sabe, mas um dos catamarãs da série “Rondônia”, que pertencia a ENASA, foi doado pelo Governo do Estado para o município de Cametá. Encontrando-se no fundo do Rio Tocantins, em frente à cidade, para dar suporte ao barranco. Trata-se do “Roraima”.

Outro navio que ali também se encontra com a mesma finalidade é o “SIRIRI”, este doado pelo saudoso cametaense Chico Fonseca, que era dono da empresa de navegação JONASA, que tinha na sua Frota cerca de 100 embarcações fluviais dos mais variados tipos. (AS).

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