CPH-Companhia de Portos e Hidrovias – órgão do Governo do Estado muito bem dirigindo

Dirigida pelo nosso estimado amigo dr. Abraão Benassuly (foto), a CPH-Companhia de Portos e Hidrovias, órgão do Governo do Estado do Pará, com uma extraordinária organização, dirigindo inclusive o Terminal Hidroviário “Luiz Rebelo Neto”, que funciona no cais do porto e, com excelente movimentação, é também responsável por outros Terminais localizados em diversos municípios.
Com uma equipe de alto nível, composta de técnicos e funcionários, está devidamente qualificada para receber a CDP-Companhia Docas do Pará, se acontecer a sua estadualização, conforme comentários que vem acontecendo no setor, aliás, poucos sabem, mas a CPH foi criada há alguns anos passados justamente para administrar essa estatal portuária, cuja estadualização, por pouco não se realizou. Depois eu conto o por quê…

Reflutuação do navio “HAIDAR” poderá acontecer no próximo semestre

Pelo que se comenta no setor, desta vez tudo indica que o navio-curral “HAIDAR” que se encontra naufragado em Vila do Conde, desta vez, ou seja, ainda no próximo semestre deverá ser reflutuado e movimentado para outro local, conforme consta no contrato que deu origem a licitação vencida pelo grupo SUPERPESA, há um ano, no valor um pouco mais de 45 milhões.
Como se sabe, o acidente ocorrido com o referido navio, chegou a ser manchete no exterior, já que na ocasião foram sacrificados 5.000 animais que estavam na embarcação e se destinavam ao exterior. Resta agora confirmar.

Empresas de navegação com mais de 100 embarcações

Em Belém, muitos não sabem, mas já funcionou empresa de navegação fluvial, com uma frota de mais de 100 embarcações. Hoje destacamos duas delas: a ENASA-Empresa de Navegação da Amazônia S/A., que operou na navegação fluvial transportando cargas e passageiros, e, ainda na rota de cabotagem, essa estatal do Governo Federal, passando posteriormente para o Governo do Estado do Pará até a sua liquidação. A outra, denominada JONASA, de propriedade particular, que operava na linha fluvial e na pequena cabotagem, de propriedade do saudoso cametaense Francisco Fonseca. Hoje, não existe mais.

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Os dois primeiros navios porta-contêineres de bandeira brasileira, foram construídos na Alemanha, encomendados pela ALIANÇA, que na ocasião pertencia ao grupo FISCHER, denominados “Copacabana” e “Flamengo”. Por ironia do destino, o primeiro Comandante do “Copacabana” foi o paraense CLC Álvaro Almeida (foto), formado pela EMMPa, hoje CIABA.

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O Comandante Álvaro Almeida, presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante, no Rio de Janeiro, em linha direta como colunista, confirmou a sua pretensão de lançar em nossa capital o seu livro “O MAR COMO DESTINO”, uma obra muito especial que vem recebendo muitos elogios, inclusive do colunista.

MARESIAS

Muita gente não sabe, mas a NORSUL, através de um órgão especial, dá proteção às BALEIAS, na época em que as mesmas se fazem presente nas águas do Brasil. Iniciativa muito elogiável.

O que antes não acontecia, hoje está acontecendo no Tribunal Marítimo, os processos tramitam com rapidez, iniciativa que vem sendo muito elogiada. Isto é muito bom. Nota 10.

Tudo indica que a Cábrea “Rio Branco”, hoje do Grupo REICON, deverá ser brevemente solicitada para mais uma importante operação. Ela está novinha em folha e com maior potência.

O Terminal de Passageiros da tradicional empresa de navegação ARAPARI, localizado na Rua Siqueira Mendes-Cidade Velha, facilita muito a vida dos seus clientes vindos de Barcarena.

O atual presidente do SINDMAR-Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante, esteve bordejando pela capital paraense. Severino agora está na Confederação. Órgão superior.

Existem bons navios fluviais sem operar, encalhados no litoral, que poderiam depois de uma limpeza geral, servir como Clínica Fluvial Itinerante, como o navio “Bom Jesus de Breves”. Iniciativa elogiável do nosso Governador.

Consta no setor que em algumas ZPs (Zonas de Praticagem), tem Práticos além do necessário. Dessa maneira tão cedo não deverá ser realizado um novo Concurso, como tem gente querendo.

Dentro em breve o centenário Porto Flutuante (ROADWAY), de Manaus, agora sob nova administração, deverá passar por uma completa repaginação para melhor atender os navios de carga e de passageiros.

Dizem, não sei, que o novo Diretor de Gestão Portuária da CDP-Companhia Docas do Pará, com o perfil especial que tem poderá, se quiser, realizar um grande trabalho na atual função.

Continuam os “boatos” no setor de que uma empresa de navegação poderá trocar de dono até o final deste ano, as avaliações continuam. Sobre o assunto voltaremos oportunamente.

O Grupo Bom Jesus, de grande liderança na região das Ilhas, capitaneado pelo armador Luiz Rebelo, tem na gaveta uma importante projeto para colocar em prática tão logo o país volte a normalidade.

Já faz um bom tempo que o Navio-Escola “Brasil” não bordeja para capital paraense com Guardas-Marinha. Sua presença no cais do porto é sempre uma festa, com a presença de belas paraenses no cais do porto.(AS).

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