Destaque feminino : Primeira Capitão-de-Longo Curso da Marinha Mercante Brasileira de volta Belém

O empresário e armador Relton Osvaldo Pinto, diretor-presidente do Grupo Atlântica Matapi, que também é o vice-presidente da SOAMAR-Belém, recebeu no seu complexo industrial, que funciona em Icoaraci, a grata visita da Comandante Hildelene Lobato – a primeira mulher no Brasil que alcançou com extraordinário sucesso o posto de Capitão-de-Longo Curso, ela que foi da Primeira Turma de Mulheres formadas pela nossa Universidade do Mar, o poderoso CIABA, mantendo uma carreira brilhante exclusivamente na Transpetro, já tendo inclusive sido homenageada no exterior, sendo também portadora das mais importantes honrarias da Marinha do Brasil. Na foto ela aparece ao lado do armador empresário Relton Osvaldo Pinto.
Filha de Icoaraci, está de volta à capital paraense objetivando disputar uma vaga na Câmara Municipal de Belém, com a intenção principal de poder fazer algo pelo seu torrão natal. Hildelene, para quem enviamos um beijo e uma rosa, é amiga incondicional deste colunista.

Concorrência vencida pelo Grupo SUPERPESA e até agora não cumprida

Está faltando apenas cinco meses para completar dois anos que o Grupo SUPERPESA venceu a Concorrência realizada pelo Governo Federal, para a reflutuação do navio-boiadeiro “HAIDAR” que naufragou no porto de Vila do Conde, sacrificando cinco mil animais, que estavam à bordo em preparativos para seguir para o exterior. Passado todo esse tempo, até agora nada aconteceu. A situação do navio é a mesma. Ninguém dá uma informação precisa sobre o assunto. Pelo serviço a SUPERPESA receberia cerca de 45 milhões. Triste.

Porto de Santana no Amapá continua crescendo com a Amazônia

O porto de Santana, administrado pela Companhia Docas do Estado do Amapá, vem cada vez mais dinamizando as suas atividades, com recebimento inclusive de novos investidores, graças a sua posição geográfica, considerado como “a porta do rio Amazonas”, já que através da Barra Norte os grandes navios cargueiros, bem como de turismo marítimo, cruzam o RIO MAR com destino a Manaus, especialmente agora com calado especial.
Como se sabe, a Praticagem do Rio Amazonas é atendida pelos Práticos da ZP-1. São cerca de 180 profissionais divididos em diversas empresas, muito bem organizadas.

Acidentes com embarcações de esporte e recreio e as motos aquáticas

Muita gente não sabe, mas as embarcações de esporte e recreio e as motos aquáticas estão presentes em todas as regiões do Brasil, sendo que o maior número de acidentes ocorre nas áreas de jurisdição do 1º, 5º e 8º Distritos Navais, que abrangem os estados do sul do Brasil e do Rio de Janeiro. No caso das motos aquáticas, a colisão e abalroamento são os acidentes mais frequentes e, muitas vezes, com vítimas fatais.
Moto aquática, para quem não sabe, são aqui mais conhecidos como os jet-skis. Existe um número bem expressivo, mas, felizmente, quase nenhum acidente aconteceu, graças à rigorosa fiscalização da nossa atuante CPAOR.

MARESIAS

Os Práticos da Barra continuam fazendo verdadeiros “milagres” para manobrar os navios Petroleiros em operações no Terminal Petroquímico de Miramar, da CDP-Companhia Docas do Pará. Com a maior urgência possível se faz necessária uma dragagem na área.

Diversos Terminais Fluviais de Cargas e Passageiros que funcionam no litoral de Belém, estão operando dentro das novas recomendadas pela ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Isto é muito bom. Nota 10 para as empresas.

Os melhores elogios vêm sendo consignados pelos clientes da secular Praticagem da Barra à executiva-financeira, dra. Lucília Camarão, pela fina educação com que trata a todos os que se dirigem a mesma. Ela, por sinal, faz parte da família “Amigos da Marinha”.

O nosso mega-estaleiro RIO MAGUARI, graças a sua extraordinária mão-de-obra, passou a fazer parte dos melhores estaleiros da América Latina. O seu sêlo já chegou no exterior com o mais absoluto sucesso, sendo inclusive responsável pelo maior número de embarcações fluviais construídas no Brasil.

Ainda não está descartado o funcionamento de um Navio-Fluvial Hotel, para fazer a rota de Manaus com diversas escalas. A fonte será informada somente depois da devida confirmação, por um jovem armador paraense, que hoje, por sinal, é prestigiado nacionalmente.

As empresas de navegação de cabotagem, hoje não fazem mais parte do SYNDARMA no Rio de Janeiro. Esses desentendimentos só trazem prejuízos, por isso sempre é bom lembrar que “A união faz a força”. Aliás, hoje a cabotagem está enfraquecida, o que é muito lamentável.

O número de catamarãs ainda no decorrer deste ano poderá aumentar, voltados para o transporte de passageiros. Segundo um armador fluvial da nossa capital é a embarcação que tem menores custos que o navio fluvial do tipo convencional.

Os portos brasileiros estão aumentando a segurança, tendo em vista os ataques constantes que vem ocorrendo, muito especialmente no Sul e Sudeste. Aqui no Pará, com certeza, a nossa Guarda Portuária está sempre presente para evitar a ação desses bandidos.

Muita gente não sabe, mas como Juízes também do TRIBUNAL MARÌTIMO, no momento, tem dois Capitães-de-Mar e Guerra (RM-1), um do Corpo da Armada e outro Engenheiro Naval. Isto é muito bom. Além deles atuam nesta Corte quatro Juízes Civis, entre eles um Capitão-de-Longo Curso. (AS).

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