Ex-Comandante do 4º Distrito Naval hoje na Reserva é Diretor de Gestão da Amazônia Azul Tecnologia

O nosso grande amigo Almirante Newton de Almeida Costa Neto, que foi para a Reserva ainda no Exercício do Comando 4º Distrito Naval, continua vinculado a Marinha do Brasil, atuando na Amazônia Azul Tecnologia da Defesa, exercendo a função de Diretor de Gestão, onde vem repetindo o grande sucesso que teve nas outras importantes funções exercidas.
Ele que aparece na foto com o colunista quando ainda Comandante do 4º Distrito Naval, manteve um contato muito especial, recordando inclusive os bons momentos vividos em Belém, onde deixou muitos amigos e amigas, mantendo inclusive uma atenção muito especial com a nossa SOAMAR, sempre presente em todas as reuniões, com aquele congraçamento muito especial no final. Ele com todo seu Estado Maior.

CDP está mais para privatização do que para estadualização

Pelo que se observa, já se pode considerar a CDP-Companhia Docas do Pará, fora do processo de estadualização, podendo acontecer ainda sua privatização, mas isto ao longo prazo, dentro da vontade das autoridades federais governamentais, conforme já anunciou o próprio Presidente da República.
Na verdade a CDP dispõe de extenso patrimônio, que no certame, com certeza, entrará muito dinheiro para os cofres do Governo Federal, dessa maneira só resta aguardar as decisões do Planalto, que no momento estão um pouco confusas, como se pode observar diariamente através da mídia.

Navio “Barcarena” do Governo do Estado virando “sucata” na lama em Miramar

Talvez o Governador Helder Barbalho não tenha conhecimento de que um navio fluvial do Governo do Estado esteja caminhando para “sucata”, encalhado na lama em Miramar, próximo onde funcionou o Estaleiro da ENASA. Trata-se do “Barcarena”, que teve como última missão servir ao Corpo de Bombeiros do Estado. Uma embarcação fluvial de passageiros da série “Soure” que após alguns reparos poderá voltar ao tráfego sem nenhum problema, podendo servir até como uma Clínica Náutica para atender os ribeirinhos.
Essa embarcação foi construída em Manaus pelo então Estaleiro São João, chegando atender por algum tempo também a rota do Marajó, sem nenhum problema.

Corda bamba: Ainda o porto de Itaqui no Maranhão que pertenceu à CODOMAR

Aquilo que já noticiamos anteriormente, ainda pode acontecer, ou seja, a volta do porto de Itaqui para a CODOMAR – Companhia Docas do Maranhão. Não será um processo muito fácil, mas… com briga política tudo pode acontecer, o que seria muito lamentável, tendo em vista que o mesmo, sobre administração da EMA – Empresa Maranhense de Portos, do Governo do Estado, teve um impulso muito grande, tanto assim que hoje está entre os mais movimentados do Brasil, tendo inclusive recebido diversas premiações do próprio Governo, através da ANTAQ – Agência Nacional de Transportes. Lamentavelmente a política fala mais alto…

MARESIAS

Furo do Mamão: Realizou-se importante reunião na CPAOR com as empresas Operadoras associadas do SINDARPA, acompanhadas da Assessora Jurídica dra. Adriana Martins, Comunidades, Marinha e Ministério Público, onde foi definida a criação de um Grupo de Trabalho incumbido de normatizar o tráfego aquaviário naquele trecho.

Graças ao desempenho da Diretoria do SINDARPA foi homologada a última CCT do período 2019 com a concessão do ganho real aos fluviários e pessoal de terra das empresas de navegação. Uma nova negociação acontecerá em setembro no período de 2020/2021. Muito bom.

Consta que cerca de 100 servidores da CDP-Companhia Docas do Pará, estão afastados da empresa por pertencer ao grupo de risco. Após exames médicos, gradativamente estarão voltando, se não ocorrer problemas quando da realização dos exames de saúde. Certo.

Depois de longos anos a nossa mocajuba vai contar com um Terminal Fluvial de Passageiros, mas isso graças ao nosso grande Governador Helder Barbalho, que inclusive já estive ali de por diversas vezes, acompanhado do Secretário Professor Carlos Maneschy.

As empresas de navegação fluvial precisam prestigiar cada vez mais o SINDARPA, que é o verdadeiro porta-voz do setor da navegação fluvial do Pará, com 70 anos de relevantes serviços prestados, hoje sobre a direção de um jovem dinâmico, meu amigo armador empresário dr Breno Dias.

Os guindastes que existem no cais do porto, são todos eles TOMBADOS, e, dessa maneira, deverão continuar mesmo com as mudanças anunciadas no cais do porto. Há alguns anos passados já aconteceu uma tentativa mas não se chegou a bom termo para a retirada dos mesmos. Resta, portanto, aguardar os acontecimentos.

Com a dragagem e tudo mais, o melhor seria no local dos Armazéns que serão repassados ao Governo do Estado a construção de um Terminal de Turismo Marítimo para atracação dos transatlânticos com turistas estrangeiros, como já aconteceu. Infelizmente, isto não acontecerá. (AS).

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