Hoje o grande destaque vai para o armador e empresário Daniel Pereira

Hoje a coluna faz um destaque muito especial, desta vez para o armador e empresário Daniel Pereira, por tudo de bom que ele vem realizando, para atender da melhor maneira possível a região do Marajó, tanto assim que numa iniciativa arrojada construiu o maior ferry-boat do Brasil, com capacidade para mais de 1000 passageiros confortavelmente instalados, com espaço para mais de 40 viaturas, atendendo regularmente diversas localidades através do Camará.
Muito reconhecido no setor, portador do Mérito Naval, Diretor do SINDARPA – Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação no Estado do Pará, diretor também da SOAMAR-Belém, já está cogitando para um futuro não muito distante uma outra grande novidade, mas essa depois eu conto. Ao seu lado, também com muito dinamismo, está o seu filho, o jovem armador João Vitor, que vem se revelando cada vez mais, inclusive no desempenho de uma das Diretorias do SINDARPA, ou seja, a de Travessias. (Foto: Luis Celso).

Melhor seria um moderno e confortável Terminal de Turismo Marítimo

Na verdade, sem contestação, com a cessão dos Armazéns 4 ao 8 para o Governo do Estado pela CDP-Companhia Docas do Pará, seja para que finalidade for, acabou-se o porto de Belém. Com essa entrega ficamos reduzidos a dois armazéns comerciais, sendo um deles exclusivo para operações dos navios que transportam trigo para o abastecimento da praça de Belém.
Para muitos seria melhor a construção neste local de um moderno Terminal de Turismo Marítimo, para receber os transatlânticos estrangeiros com turistas, considerando que os que passam por Belém ficam ao largo, movimentados para a capital através de pequenas embarcações fluviais, sem o conforto e a segurança necessária. Resta a conformação, porque… manda quem pode. Triste…

Mais navios de cabotagem para atender a costa brasileira

O Governo Federal continua imbuído com os melhores propósitos de aumentar a frota de navios de cabotagem, procurando com isto, diminuir o número de caminhões nas estradas, oferecendo ainda menores custos para os produtores, especialmente de grãos, que aumenta cada vez mais no Brasil.
Como se sabe, hoje o país conta com poucos navios de cabotagem, por sinal a maioria deles pertencem a grupos estrangeiros, com destaque para a Aliança Navegação e Logística e a Mercosul Lines. O Projeto BR do MAR continua sendo discutido lá em Brasília, mas com algumas discordâncias, de qualquer maneira, pelo menos até o momento, ainda não chegou a bom termo.

Barcos do Departamento Náutico do CIABA voltarão a ter suas denominações primitivas

Aqueles barcos que faziam parte do Setor Náutico do CIABA – Centro de Instrução “Almirante Braz de Aguiar”, que foram doados, todos eles batizados com as denominações merecidas, entre eles fazia parte um denominado “Jornalista Alyrio Sabbá”, mas logo, lamentavelmente, o pior Comandante que o CIABA já teve (cujo nome nem merece ser citado na coluna), resolveu cobrir as denominações dos mesmos com tinta branca deixando apenas uma numeração.
Hoje, o atual Comandante, o CMG Josué Teixeira, um Oficial Superior de alto nível da nossa Marinha, ciente do problema, vai procurar reverter, mantendo aquilo que foi feito quando Comandante do 4º Distrito Naval o meu grande amigo Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius, hoje em Brasília.

MARESIAS

Em Lima-Peru, onde o número de mercantes desempregados é muito grande, fora aqueles que migram para outros países, incluindo o Brasil, ali funcionam três Escolas de Marinha Mercante. A frota mercante peruana é composta de poucos navios.

O empresário e armador Relton Osvaldo Pinto, “Cap” do Grupo Atlântica Matapi, vai oferecer total apoio a nossa muito querida Comandante CLC Hildelene Lobato, a maior expressão feminina da Marinha Mercante Brasileira. Muito bom.

Um ambiente nada cordial estão enfrentando os servidores da CDP-Companhia Docas do Pará, com mais de 60 anos, preocupados com o destino que será dado aos mesmos. Com certeza nada será feito objetivando prejuízos. Tudo dentro da Lei.

O navio-boiadeiro “HAIDAR”, depois de sua reflutuação, deverá ser removido de imediato para outro local, conforme está no Edital de Concorrência (que, por sinal, em dezembro completará dois anos) que teve como vencedor o Grupo SUPERPESA.

Em 2019 o Tribunal Marítimo julgou 167 acidentes e fatos da navegação, isto na área do Comando do 4º Distrito Naval, que envolve os estados do Pará, Amapá, Maranhão e Piauí. O maior número foi no 1º Distrito Naval no Rio de Janeiro.

Com excelente apresentação, o Terminal Hidroviário de Belém, recentemente passou por uma completa limpeza e outros melhoramentos, oferecendo com isto um melhor conforto aos seus usuários. Trabalho elogiável da CPH-Companhia de Portos e Hidrovias.

O nosso Governador Helder Barbalho vai investir forte no setor portuário interiorano. A CPH já anunciou a construção de diversos portos em várias cidades interioranas. O de Santarém vai ser o mais moderno de toda a Amazônia.

Duas grandes expressões da Marinha Mercante Brasileira bordejando por Belém, de folga. O CLC Ricardo Monteiro e a CLC Hildelene Lobato. Eles pertencem ao quadro efetivo da Transpetro, empresa de transporte marítimo da Petrobras.

Prestes a terminar o mandato do nosso Prefeito, Zenaldo Coutinho, e a linha fluvial Belém/Mosqueiro/Belém ficou só mesmo na promessa. A Vila, que muito esperava, ficou mesmo “a ver navios…”. Isto é muito lamentável para o seu turismo. (AS).

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