Comando do 4º Distrito Naval realizou ação social de prevenção ao escalpelamento no Marajó

Foram doadas toucas e turbantes para mulheres no Marajó

O Comando do 4° distrito Naval (Com4ºDN) realizou, nos dias 25, 26 e 27 de setembro, uma ação de conscientização e prevenção do escalpelamento, nos municípios de Soure e Salvaterra (PA), na Ilha do Marajó. A atividade teve como objetivo levar à população local informações sobre esse tipo de acidente e a necessidade de proteção dos cabelos durante o uso de embarcações naquela região, sobretudo pelo público feminino.
Foram realizadas palestras, distribuição de toucas e turbantes para proteção dos cabelos, material doado pela Sociedade Amigos da Marinha (Soamar-PA). A ação foi transmitida por meio de Live na Fanpage do Facebook da Prelazia do Marajó. Houve, também, ação de presença nos portos e trapiches, com celebração transmitida por duas rádios na cidade de Soure (PA).
“Foram feitos contatos prévios com as igrejas locais, que nos cederam o espaço e a oportunidade para que sempre nos finais das celebrações pudéssemos passar uma mensagem abordando o conteúdo”, ressaltou o Capitão de Corveta (Capelão Naval) José Maria Gomes de Oliveira, que visitou três comunidades no Marajó.

Relendo com satisfação “Entre Cristas e Cavados” e “O Mar Como Destino”

No recesso do nosso lar, por força do momento que todos estão passando, o colunista passou a reler duas importantes obras voltadas para o setor, a primeira de autoria do grande amigo Comandante-Comodoro Francisco Gondar, “Entre Cristas e Cavados- Lições ao Nível do Mar!”- a segunda, “O Mar Como Destino”, esta de autoria de outro grande amigo Comandante-CLC Álvaro Almeida, Presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante, no Rio de Janeiro.
Esses dois Comandantes são considerados internacionalmente como as maiores expressões da Marinha Mercante Brasileira. Ambos, com com certeza, foram inspirados por NETUNO, pelo especial conteúdo que os mesmos oferecem. Valeu.

CNA – Companhia de Navegação da Amazônia já operou também na Hidrovia Tietê

Muita gente não sabe, que a CNA – Companhia de Navegação da Amazônia, uma das mais antigas da região, hoje sediada em Manaus, quando ainda acionistas da mesma, além do Grupo Libra, o Lloyd Brasileiro e a BR-Petrobrás Distribuidora, operou também por um bom período na Hidrovia Tietê, no sistema de Comboio Integrado.
As suas embarcações foram construídas para transportar etanol, mas não teve longa vida, em função do constante assoreamento da referida Hidrovia. Na ocasião era presidente da empresa a dra. Tânia Coutinho, por sinal filha do dono da SOTAVE, que construiu o Terminal localizado na Ilha do Outeiro, que é hoje da CDP – Companhia Docas do Pará.

Implantação da Hidrovia do Tocantins continua só na promessa

Na verdade, o maior entrave para a implantação da Hidrovia do Tocantins, sem qualquer contestação, tem sido o problema ambiental. Há muitos anos vem sendo feito um grande esforço, mas… até agora não aconteceu o derrocamento do Pedral do Lourenço, e ainda mais, com ações políticas, inclusive, o que é muito lamentável.
A Hidrovia do Tocantins, com a retirada de todos os obstáculos, proporcionaria a livre navegação, com escoamento dos mais variados produtos, para a exportação através do porto de Vila do Conde, utilizando um modal muito mais econômico que o rodoviário.
Sobre a referida Hidrovia, já consta que ocultamente, grupos, inclusive internacionais, já entraram no circuito contra o funcionamento da mesma, mas isto mais cedo ou mais tarde vai ficar esclarecido. O tempo vai passando e o Pedral do Lourenço e outros obstáculos continuam.

MARESIAS

Nosso grande amigo Comandante Francisco Gondar, uma das maiores expressões da Marinha Mercante Brasileira, ao enviar o seu livro “Entre Cristas e Cavados”, obsequiou o colunista com uma bela dedicatória. Assim escreveu: “Gratidão pela motivação e demonstração de patriotismo em defesa da nossa Marinha Mercante”. Recordar é viver…

Muita gente não sabe, mas os navios de cabotagem da Marinha Mercante dos Estados Unidos não embarcam marítimos de qualquer categoria, que não sejam americanos, totalmente ao contrário do que acontece em nosso país, para onde migram especialmente filipinos e peruanos. Aliás, em Lima, existem três Escolas de Marinha Mercante.

Gente fina e outra coisa. O ilustre Comandante Barbeito, Oficial Superior da Reserva da Marinha, hoje desempenhando as funções de Superintendente da Praticagem da Barra do Pará, em linha direta com o colunista, agradeceu as notas publicadas.

A HENVIL Transportes, que mantém a grande liderança na rota do Marajó, aumenta a cada dia o seu conceito, pela regularidade de suas programações, utilizando inclusive o confortável e veloz ferry-boat “São Gabriel”, o maior do Brasil no seu gênero.

Isto é verdade. No Programa do candidato à Prefeitura de Belém consta também a criação de uma linha fluvial diária, entre Belém/Mosqueiro/Belém. Isto, por sinal, a população da Ilha vem reivindicando há muitos anos, mas, infelizmente, não aconteceu, até agora.

A EMAP – Empresa Maranhense de Administração Portuária, que pertence ao Governo do Estado do Maranhão, consignou recentemente mais uma premiação. Ela é gestora do porto de Itaqui, que hoje faz parte da lista dos mais movimentados do Brasil.

A MEGA Logística teve uma extraordinária atuação neste último primeiro semestre de 2020, isto graças à experiência dos seus profissionais, crescendo cada vez mais em direção a outros Estados. Isto é muito bom e Nota-10 para o Grupo MEGA.

O SINDAMPA – Sindicato das Agências Marítimas dos Estados do Pará, Amapá e Amazonas, muito bem dirigido, goza de excelente conceito junto ao setor, mesmo sendo uma entidade nova já consignou diversas premiações, inclusive da Capitania dos Portos.

O mega Estaleiro Rio Maguari, que mantém total liderança em todo Brasil na construção de embarcações fluviais, está hoje qualificada para construir qualquer tipo de embarcação, com mão-de-obra altamente especializada. Orgulho, sem dúvida, para indústria naval da Amazônia. (AS).

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