Dia Nacional da Marinha Mercante está se aproximando, lamentavelmente sem nada a comemorar

Está se aproximando o Dia da Marinha Mercante. Alguns anos passados, quando o Brasil contava com perto de 300 navios de cabotagem e longo curso, o evento era comemorado condignamente. Hoje, lamentavelmente, quase não é nem lembrado.
Como se sabe, a única empresa de navegação marítima brasileira, que ainda se destaca é a Transpetro, subsidiária de transporte marítimo da Petrobras, mesmo assim já não é mais aquela de antes, tendo em vista algumas medidas consideradas até absurdas, que vem contrariando grandemente o corpo seleto dos seus mercantes.
A Transpetro é detentora da maior frota nacional, contando todos os seus navios com tripulações do mais alto nível profissional, que proporcionam sempre o melhor para a empresa no final de cada viagem.
Na foto um dos seus mais modernos navios, que inclusive teve como seu Comandante um paraense, o CLC Comandante Ricardo Monteiro, que é uma das maiores expressões da Marinha Mercante Brasileira.

Áreas pertencentes à CDP deverão ir a leilão brevemente

Corre solto no setor que da lista das áreas pertencente a CDP – Companhia Docas do Pará, fazem parte da mesma algumas no porto de Vila do Conde e de Santarém, por sinal bastante valorizadas e, mais uma vez, o Terminal Sotave, localizado na Ilha do Outeiro, que oferece calado para operações de navios de até 70 mil toneladas, isto no sistema ship-to-ship.
Ainda sobre a CDP, aumentam também os comentários de que existe um movimento pelos bastidores para a estadualização da mesma, estando o Governo do Estado do Pará pronto para recebê-la através da CPH – Companhia de Portos e Hidrovias, que hoje administra o Terminal Hidroviário de Passageiros, no Cais do Porto. Isto, com certeza, poderá ser confirmado a qualquer momento, ou não…

Mega Estaleiro Rio Maguari continua liderando no setor fluvial

Em pesquisa realizada recentemente na área da indústria naval, aparece o mega estaleiro paraense Rio Maguari, como o maior construtor de embarcações fluviais, ou seja, rebocadores de grande potência e super barcaças graneleiras especializadas para o transporte de grãos, estando hoje, por sinal o selo do mesmo no exterior, orgulho sem qualquer dúvida para a Amazônia e para o Brasil.
Aliás, o Estaleiro Rio Maguari já está com toda a estrutura devidamente organizada para dar início à construção de uma série de modernos rebocadores azimutais encomendados pela tradicional empresa SULNORTE, do conceituado Grupo H.Dantas, muito conhecido na região.

Governo do Estado do Maranhão continua investindo no porto de Itaqui

O Governo do Estado do Maranhão, que hoje administra o porto de Itaqui, através da EMAP – Empresa Maranhense de Administração Portuária, vem investindo forte no mesmo, que, graças a isto tornou-se também um dos mais movimentados do país, totalmente ao contrário de quando era administrado pela CODOMAR.
Para se ter uma ideia, ainda recentemente o referido porto teve sua Área de Tancagem expandida, com investimento de mais de R$ 500 milhões, trazendo com isso novos clientes, com a grande vantagem do porto oferecer calado para os maiores navios do mundo.

Terminal Hidroviário vem aumentando o movimento de passageiros cada vez mais

O Terminal Hidroviário de Passageiros “Luiz Rebelo Neto”, que fica localizado no Cais do Porto de Belém, administrado pela CPH – Companhia de Portos e Hidrovias, do Governo do Estado, vem recebendo diariamente um número bastante expressivo de passageiros, oferecendo agora um melhor conforto para os seus usuários, que utilizam as diversas linhas fluviais.
Ainda recentemente esse Terminal passou por uma completa ampliação, com o objetivo principal de trazer para o mesmo novas linhas, já a sua localização facilita bastante para os ribeirinhos, por ser localizado em pleno centro comercial da capital, melhor ficará quando da abertura da JANELA para a Baía do Guajará, tornando-se também uma atração turística.

MARESIAS

O Programa BR do Mar, que tem o apoio do Ministro Tarcísio Gomes de Freitas, continua envolvendo decisões em diferentes órgãos, especialmente sobre tributos e tripulação.

A falta de cordialidade entre o Presidente Jair Bolsonaro e o Governador do Maranhão, Flávio Dino, ainda vai acabar sobrando para a EMAP – Empresa Maranhense de Administração Portuária.

Muita gente não sabe, mas o armador Relton Osvaldo Pinto, presidente do Grupo Atlântica Matapi, já recebeu uma importante honraria do governo japonês.

Nosso muito obrigado ao Comandante-Prático Marcelo Salgado, presidente da Pará River, pela remessa das máscaras personalizadas, neste momento muito oportuno.

Excelente trabalho vem desenvolvendo em todo o Brasil a Associação dos Terminais Privados, inclusive aqui na Amazônia. Isso é muito bom. Nota 10 para a mesma.

O grupo multinacional MAERSK continua liderando o segmento de transporte marítimo de contêineres. É comum a presença de seis navios nos portos brasileiros, inclusive aqui no Pará.

Continuam os problemas para as manobras de atracação e desatracação em função do grande assoreamento na área do Terminal Petroquímico de Miramar. Até quando?

Os Práticos da Barra há tempos reclamam da situação e a CDP – Companhia Docas do Pará não toma nenhuma providência para solucionar o problema com uma dragagem…

Diversos mercantes peruanos bordejam pelo Rio de Janeiro em busca de emprego. Em Lima funcionam três Escolas de Marinha Mercante, daí a migração constante. Pode?

O bom caráter Comandante Manuel Pinho já começou a arrumar as gavetas. Em janeiro transmite o Comando da Capitania dos Portos para o seu substituto, consciente do dever cumprido.

Tem gente no setor fluvial num “ASSANHAÇO” danado. Sempre é bom lembrar aquele dito popular: “Formiga quando quer se perder… cria asas”, portanto, todo cuidado é pouco…

Nosso grande amigo AE Alípio Jorge, prestigiou em Brasília a posse do novo presidente da SOAMAR-Brasil, acompanhado de altas patentes da nossa gloriosa Marinha.

Lamentavelmente Icoaraci perdeu a grande oportunidade de eleger para a Câmara Municipal de Belém uma representante da Vila, a Comandante-CLC Hildelene Lobato.

Mesmo com um número bastante expressivo de embarcações fluviais trafegando na Amazônia, até agora nenhuma mulher se interessou pelo setor fluvial, como tripulante, ao contrário da navegação marítima. (AS).

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