Elogiável trabalho vem sendo desenvolvido a frente da movimentada Capitania dos Portos do Estado do Rio de Janeiro

Um Oficial Superior da nossa Marinha, Capitão-de-Mar e Guerra Ricardo Jaques, por sinal muito estimado em nossa capital, onde exerceu importantes funções como CEM do Comando do 4º Distrito Naval e, posteriormente, Comandante do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, onde marcou a sua passagem com importantes operações, tanto nos rios como no mar.
Portador de um PERFIL muito especial, hoje dá o brilho da sua competência como Comandante da Capitania dos Portos do Estado do Rio de Janeiro, consignado muitos elogios, não sendo nenhuma surpresa para o colunista, que o reconhecimento chegará num futuro não muito distante, mesmo porque a Medalha “Jornalista ALYRIO SABBÁ”, da qual ele também é portador, sempre deu sorte aos portadores da mesma. EM FRENTE. (Foto: Luis Celso).

Ministério da Infraestrutura já confirmou leilões de diversas áreas portuárias

Tudo indica que neste primeiro semestre de 2021, o Ministério da Infraestrutura, por sinal um dos mais atuantes do atual Governo, estará promovendo os leilões de uma série de áreas portuárias em todo o Brasil, na lista, inclusive, algumas da CDP-Companhia Docas do Pará, incluindo o Terminal SOTAVE, localizado na Ilha do Outeiro, que oferece calado para operações de navios de até 70 mil toneladas, no Sistema Ship-To-Ship.
Enquanto isso, comenta-se também a privatização de pelo menos quatro Companhias Docas. Esta é a política do Governo Federal, conforme já afirmou o ministro Tarcísio Gomes de Freitas. Só resta aguarda, portanto, para confirmar.

Um jovem Prático/Oficial da Marinha Mercante assumiu a Presidência da ZP-16

A ZP-16 (Praticagem do porto de Santos-SP), hoje uma das mais movimentadas do Brasil, realizando diariamente mais de 30 manobras, agora com novo presidente, por sinal um jovem Prático que também é Oficial da Marinha Mercante, trata-se do bom caráter Bruno Roquete Tavares, que chegou na função imbuído dos melhores propósitos.
O novo presidente da ZP-16 está consciente dos desafios para contribuir também com absoluta eficiência para as mudanças que poderão acontecer dentro em breve com a privatização da CODESP e o novo PZD, com total apoio dos demais profissionais que atuam na referida Zona de Praticagem.

Insatisfação entre os Aposentados que ainda prestam serviços a CDP

Comenta-se na “BEIRA DO CAIS” que está existindo uma grande contrariedade entre os aposentados, que continuam prestando serviços à CDP-Companhia Docas do Pará, que também recebem complementação através da PORTUS., nada ilegal, isto acontece em muitas Repartições Públicas do Governo Federal.
Sobre o assunto, os prejudicados já estão partindo para a Justiça, inclusive através dos seus Sindicatos Representativos, isto porque será fatal para a sobrevivência daqueles que serão atingidos.São servidores com mais de 65 anos de idade. Com melhores detalhes voltaremos ao assunto.

Praticagem na Amazônia prestando elogiável ação social

Por tudo de bom que as empresas de Praticagem que fazem parte da ZP-1 (Rio Amazonas), inclusive neste momento tão difícil, oferecendo ajuda aos ribeirinhos carentes, através de elogiáveis ações sociais, a UNIPILOT-Cooperativa, além da premiação recente pela Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, via PSNA-2020, merecia também o Prêmio ANTAQ, como já aconteceu em outros segmentos ligados ao setor.
Aliás, o extraordinário trabalho desenvolvido nessa entidade pelo saudoso amigo e companheiro soamarino Prático Linésio Júnior, continua, agora tendo no timão o Comandante Prático Adonis dos Santos Passos Junior, uma das grandes expressões, inclusive da nossa Marinha Mercante Brasileira.

Dependendo de recursos a nova sede da CPAOR será construída em Miramar

Dependendo de recursos, a nova sede da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental – CPAOR, que, por sinal, do seu gênero é uma das mais movimentadas do país, passará a funcionar em Miramar, cujo terreno foi doado pela CDP-Companhia Docas do Pará, onde também ficará a Patromoria da referida Organização Militar, isto à beira-mar da Guajará.
Como se sabe, a CPAOR, com Jurisdição nos rios e no mar, atende vários segmentos ligados às águas, como setor fluvial, cabotagem, longo curso, portuário, pesca e recreio, sendo uma das mais antigas do Brasil, cujo Comando sempre é desempenhado por um Capitão-de-Mar e Guerra.

MARESIAS

Muita gente não sabe, mas a ENASA- Empresa de Navegação da Amazônia S/A., que era irmã gêmea da CDP, operou quando ainda estatal do Governo Federal na rota fluvial, pequena e grande cabotagem, atendendo inclusive o Mercosul. Hoje, como sua recordação ainda existem os navios fluviais “Soure” e o “Barcarena”, este último encalhado na lama em Miramar virando sucata.

Enquanto isso, na Amazônia, a JONASA, empresa particular, foi a detentora da maior frota fluvial. Mantinha inclusive programação na linha de pequena cabotagem, com os cargueiros de pequeno porte denominados “ARZIL” e “SIRIRI”, empresa que era capitaneada pelo saudoso e querido amigo armador e empresário Francisco (Chico) Fonseca. Está no céu.

Antes da construção da ponte sobre o Rio Guamá, navios de longo curso da L. Figueiredo Navegação e, posteriormente, da Frota Amazônica S/A, cruzavam o rio Moju para carregar madeira semi-industrializada destinada aos EUA e Europa, sem nenhum problema, conduzidas pelos Práticos da Barra, conhecedores também dessa rota. Hoje o rio só permite embarcações fluviais. (AS).

Como é bom recordar as boas coisas, especialmente do setor em que atuamos a mais de meio século. O poderoso Grupo Fischer, que foi dono da empresa de navegação ALIANÇA, também bordejou pela Amazônia, formando uma parceria com o grupo JONASA (Francisco Fonseca) criando uma empresa que foi denominada RONASA, sediada em Porto Velho-RO. Da sua inauguração o colunista participou. Não teve longa duração.

Por muitos anos o Estaleiro INACE, sediado em Fortaleza-CE, contou com espaço cativo todos os anos na Boite Show de Miami – EUA, chegando a negociar através da mesma mais de 20 iates de luxo. Todos eles chegavam ali com suas próprias máquinas, conduzidas por Oficiais da Reserva da Marinha, fazendo a primeira escala para reabastecimento em Belém e, a segunda, em Caiena, na Guiana Francesa.

Daqueles catamarãs de grande porte construídos no Rio de Janeiro pelo Estaleiro Inconav,/ McLaren, hoje comercialmente só existe o “Rondônia” em tráfego, da empresa de Navegação a Transporte ENART de Santarém. A respeito dos referidos bi-cascos, o colunista, a convite do IPT, assistiu em São Paulo a prova de tanque do primeiro deles, sendo 2 de classe turística e 3 de classe popular. O “Pará”, hoje Navio-Auxiliar da Marinha, era um deles, que por muito tempo fez a rota Belém/Manaus/Belém e escalas. (AS).

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