Gesto elogiável do SINPESCA e de suas Empresas associadas da indústria de pesca

O SINPESCA e suas diversas Empresas filiadas, estão praticando uma elogiável ação, junto a alguns órgãos do Governo Federal inclusive, neste momento tão difícil envolvido pela pandemia da COVID-19, iniciativa que só merece elogios. Uma atitude dessa dimensão, na verdade só é praticada pelos homens livres e de bons costumes, do nível de Apoliano Nascimento, que, além de todo destaque conquistado nacionalmente o setor industrial da pesca vem fazendo parte de importantes entidades em Brasília, além de Diretor de nossa poderosa Federação das Indústrias do Estado do Pará-FIEPA, ele que aparece na foto com o armador e empresário Relton Osvaldo Pinto, presidente da nossa SOAMAR-Belém. (Foto: Luiz Celso).

Com importantes peças históricas ainda funciona o Museu da CDP

Talvez muita gente não tenha conhecimento, mas na CDP-Companhia Docas do Pará, funciona também um Museu com peças importantes, que chegou a ser bastante visitado, dirigido por muito tempo pelo Museólogo Raul Ramos Moreira (foto), um cedepeano que é portador de três cursos superiores, um verdadeiro mestre em assuntos portuários, com mais de 30 anos de relevantes serviços prestados a nossa estatal. Ele que também teve uma passagem brilhante como presidente da nossa SOAMAR-Belém, quando inclusive Comandante do 4° Distrito Naval o nosso grande amigo Almirante Monteiro Lopes, quando então foram cedidas duas Salas para funcionamento da entidade que reúne os soamarinos, levando o nome do saudoso Luiz Rebelo Neto, com muita justiça. (Foto: Luiz Celso).

Em defesa da navegação fluvial na Amazônia

Agora, não é só um Deputado Federal, é toda a Bancada do Estado do Amazonas que está levantando a bandeira de nossa navegação fluvial, cujo segmento tem papel da mais elevada importância em toda a Amazônia, onde diariamente centenas de embarcações de cargas e passageiros cruzam os diversos rios. Neste momento seria também oportuno a mesma posição da Bancada Federal do Pará, que por sinal já foi em parte contactada através do SINDARPA, juntamente com outras entidades, em meio a um jantar que aconteceu no 5 estrelas Princesa Louçã. Repetimos que no Programa BR do MAR, já aprovado pela Câmara Federal, tem alguns ítens que poderão prejudicar o setor fluvial. Olho vivo.

Porque da criação de mais uma empresa de Praticagem de singradura na Amazônia

Muita gente, até mesmo do setor, não sabe que antes da criação da ZP-1, os PRÁTICOS do Rio Amazonas, com Jurisdição até Tabatinga, no Alto Solimões, fronteira com Peru e Colômbia, eram filiados à APBAM – Associação dos Práticos da Bacia Amazônica, mas em função de um certo desentendimento entre a mesma e a Capitania dos Portos do Pará e Amapá, na ocasião, a Autoridade Naval achou por bem limitar o seu raio de ação até a cidade de Itacoatiara-AM, criando em seguida a ZP-1, de Itacoatiara até tabatinga.

Na ocasião a APBAM era dirigida pelo inesquecível PRÁTICO José Maria de Carvalho Filho, uma cabeça iluminada, que muito fez pela categoria, que tem papel de extraordinária importância na Amazônia. Como legado deixou dois filhos, também profissionais da poderosa ZP-1, por sinal, um deles cantor com destaque nacional. Quem sabe, conta para quem não sabe…

BEIRA DO CAIS

Muita gente não sabe, mas o movimento de embarcações fluviais de cargas e passageiros da praça de Santarém é realizado na rota de Manaus, isto desde o início da Zona Franca. Belém em segundo plano.

Comenta-se nos bastidores de que o Armazém-11 da CDP-Companhia Docas do Pará, poderá ter futuramente uma outra finalidade. Hoje na área portuária tudo pode ser possível. Após confirmação, voltaremos.

Elogiável iniciativa do SINPESCA, hoje bem administrado pelo empresário Apoliano Nascimento, que através das suas empresas filiadas vem praticando elogiável ação. Mas isto depois eu conto. Anotem.

Diariamente esta coluna, através do Portal da Navegação, é colocada no quadro de mensagens do Navio-Tanque “João Candido”, que no momento está navegando em alto-mar com destino a Singapura.

Os Oficiais Mercantes, graduados pela nossa Universidade do Mar, que é o CIABA – Centro de Instrução “Almirante Braz de Aguiar”, são tão competentes, que já na África, um Oficial de Náutica já foi Ministro.

O poderoso SINDMAR, vem tendo papel de extraordinária importância em defesa dos seus associados, buscando sempre os seus direitos, inclusive junto às empresas OFFSHORE, tudo pacificamente, de início.

Hoje poucas embarcações fluviais de passageiros estão fazendo a rota Belém/Manaus/Belém, por sinal a de maior porte é o catamarã “Rondônia”, da ENART, empresa com sua matriz funcionando na cidade de Santarém.

A qualquer momento poderá ser aumentada a área de Praticagem obrigatória que envolve, inclusive, a baía de São Marcos, para acesso à capital maranhense. Sem dúvida será uma medida especial para os grandes navios.

Há alguns anos passados, para proteger a nossa navegação fluvial, chegou a ser cogitado o funcionamento de um Entreposto de Contêineres no porto de Santana no Estado do Amapá, mas não foi em frente. Depois eu conto o porquê…

O que não servia para a CDP-Companhia Docas do Pará, está servindo muito bem para a REICON. A Cábrea “RIO BRANCO”, depois de uma ampliação, passando a movimentar até 240 toneladas, vem sendo bastante solicitada.

O jovem presidente do SINDARPA-Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação no Estado do Pará, armador Breno Dias, vem trabalhando como mineiro. Uma série de providências ele já tomou em favor do setor.

Aliança Navegação e Mercosul Lines, ambas de capital estrangeiro, comandam a liderança na cabotagem até Manaus no transporte de contêineres, a primeira com escalas regulares no porto de Vila do Conde. Faturamento alto. (AS).

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