Navio de Assistência Hospitalar “Doutor Montenegro” encerra a 21 ª edição da Operação “Acre”.

O Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Doutor Montenegro”, subordinado ao Comando da Flotilha do Amazonas, retornou para Manaus/AM no dia 9 de junho, encerrando a 21ª edição da Operação “Acre”. Foram realizados mais de 11 mil atendimentos e 56.8 mil procedimentos médicos, odontológicos e de enfermagem em moradores de comunidades ribeirinhas do Acre.
O navio partiu da capital amazonense, no dia 1º de março, com destino a Cruzeiro do Sul/AC. Foram atendidos ribeirinhos do município de Rodrigues Alves e das comunidades de Pentecostes, Areal, Nari do Môa, Santa Rosa, São Pedro, Buritirana, Puyanawa, Foz do Paraná, Liberdade, Campinas, Igarapé Preto, Onça, Ramal 2 e 11, Lagoinha, Miritizal, Canela Fina, Santa Luzia, Cumaru e Mourapiranga.
Durante a missão, foram realizadas consultas médicas e odontológicas; exames clínicos e laboratoriais; cirurgias de pequeno porte; pré-natal; exames de mamografia e raio-x; palestras educativas; distribuição de medicamentos; e atenção farmacêutica.
A equipe de saúde do navio foi composta por médico ginecologista; pediatra; radiologista e clínico geral; dentistas e enfermeiros; além de técnicos nas especialidades de radiologia; higiene dental; enfermagem e vacinadores. A ação seguiu todos os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde para a prevenção ao Coronavírus.

Reunião com ex-comandantes da ENASA

Itamar Vieira, Edson Sabonete, Luiz Omar Pinheiro e Antônio Lemos

Grandes nomes da navegação da bacia Amazônica, os ex-comandantes Edson Sabonete, Antônio Lemos e Itamar Vieira, gentilmente cederam a esta coluna um riquíssimo acervo fotográfico que preserva a memória da navegação no “Rio Mar”. A maioria dos registros está relacionada aos navios da linha fluvial da ENASA – Empresa de Navegação da Amazônia S.A.
Tão rico quanto as fotografias, os relatos dos ex-comandantes que vão ajudar a contar novas histórias na seção “Recordar é Viver”, publicada toda quinta, nesta coluna.
A reunião foi realizada na sala “Comandante Confúcio Nina Ribeiro”, que era o presidente na época que foi incorporada pelo SindNaútica – Sindicato dos Oficiais de Náutica e Práticos. Na conversa com os ex-comandantes, relembramos a trajetória do Comandante Confúcio, ligado à navegação do Amazonas não apenas como comandante, mas também como executivo de várias empresas de navegação e sindicalista.

Mares & Rios

Após aumento da movimentação de cargas no Porto de Santana, no estado do Amapá, estudos estão sendo realizados para avaliar a possibilidade de construir mais um terminal portuário de granéis líquidos na ilha de Santana. A coluna de quinta-feira trará mais detalhes.

Foi inaugurado no sábado, 19, o “Espaço de Convivência Ebenézer”, da Capela Evangélica da Marinha. O evento contou com a presença do Comandante do 4° Distrito Naval, o Vice-Almirante Valter Citavicius Filho, e do Chefe do Estado Maior do Comando do 4° Distrito Naval, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Victor Abreu. Um culto em Ação de Graças marcou a inauguração do espaço.

Desde o início do apoio à vacinação contra a COVID-19, militares do Comando Conjunto Norte (CCjN), formado pelo Comando do 4º Distrito Naval, Comando Militar do Norte e Comando Aéreo Norte, aplicaram mais de 40 mil doses de vacinas nas populações de Belém e São Luís/MA. A ação ocorre em apoio às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio da montagem e operação de postos de vacinação.

O Tribunal Marítimo realizou, no dia 16 de junho, o 10 º workshop de Direito Marítimo. Os temas desta edição foram “O Novo Código Comercial Brasileiro – PLS 487/2013” e “O Caso Ever Given e seus desdobramentos”. Por causa da pandemia, o evento aconteceu no Centro Empresarial Internacional Rio no sistema híbrido. O público pode acompanhar as discussões ao vivo pelo canal do Tribunal Marítimo no Youtube.

No último dia 18, a Sociedade dos Amigos da Marinha (SOAMAR) do Maranhão completou 42 anos de fundação. A SOAMAR-Maranhão destaca-se no cenário nacional pela exemplar história muito bem narrada e reconhecida pelas gestões dos presidentes.

Encerramos agradecendo as sugestões dos nossos leitores. Francisco Alberto Rocha nos enviou um e-mail contando que fez várias viagens no navio “Presidente Vargas”, que naufragou em Soure, em 1972. Rocha pediu para contarmos histórias do navio “Aquidabã”. Nossa tripulação já está trabalhando nesta missão. (LOP).

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