Docas do Rio tem o melhor 1º semestre dos últimos 5 anos

Com 30,6 milhões de toneladas movimentadas nos portos, o 1º semestre de 2021 representa um crescimento de 28,5% em relação ao mesmo período do ano passado

Os portos do Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis , administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), movimentaram, juntos, um total de 30,6 milhões de toneladas de cargas, ao longo do 1º semestre de 2021. De acordo com a análise divulgada pela Autoridade Portuária, trata-se do melhor resultado dos últimos cinco anos.

Em todos os meses, de janeiro a junho deste ano, houve um incremento na movimentação de cargas em relação a 2020, resultando em um crescimento no 1º semestre de 2021 de cerca de 6,8 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento de 28,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O relatório aponta também que, do total de cargas, o Porto de Itaguaí movimentou 26,1 milhões de toneladas e o Porto do Rio de Janeiro movimentou 4,5 milhões de toneladas no 1º semestre de 2021, tendo sido junho passado o mês de maior movimentação do porto, desde o início da série histórica analisada (janeiro de 2016).

Segundo o diretor de Negócios e Sustentabilidade da Docas do Rio, Jean Paulo Castro e Silva, o resultado do 1º semestre de 2021 é reflexo do crescente incremento de movimentação de cargas no Porto do Rio de Janeiro e da recuperação dos volumes movimentados no Porto de Itaguaí: “O bom desempenho do Porto de Itaguaí deve-se à retomada dos patamares de exportação de minério de ferro que não vinham sendo observados desde 2018, capturando o bom momento da commodity no mercado internacional”.

O estudo indica ainda que as cinco cargas mais significativas para os portos da Docas do Rio tiveram alta, na comparação do 1º semestre de 2021 com o 1º semestre de 2020, conforme a seguir: minério de ferro (5,5 milhões de toneladas ou +33,3%); carga conteinerizada (618 mil toneladas ou +19,4%); carvão (185 mil toneladas ou +25,8%); minério de ferro pelotizado (83 mil toneladas ou +11,7%); e coque (144 mil toneladas ou +29,4%).

Por Portal da Navegação, via Assessoria de Comunicação – ASSCOM.

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