NAVEGAÇÃO EM FOCO – Prático da Bacia Amazônica é campeão em Ilhabela/SP

Luciano Secchin, a bordo do +Bravissimo, conquistou o título da 48ª Semana de Vela de Ilhabela/SP, maior evento da modalidade. Luciano, além de atleta, é prático da Bacia Amazônica.
O +Bravíssimo teve um terceiro e um quarto lugares no dia final venceu por um ponto diante do veleiro santista, o Rudá, que conseguiu um primeiro e um segundo. O barco de Ilhabela, o Xamã, vencedor da Regata Alcatrazes por Boreste – Marinha do Brasil -, completou o pódio. O novo barco Phoenix, o mais moderno do Brasil que estreou na Semana de Vela de Ilhabela, terminou em quarto no geral.
“Achamos que tínhamos perdido o campeonato por um segundo. A sensação é de alívio! Perder o campeonato por muito é tranquilo, agora por um segundo é complicado, depois refizemos as contas e vimos que tínhamos ganho”, vibrou Luciano Secchin, comandante do barco.
Apesar da conquista, Luciano se mantém pés no chão diante da disputa no cenário nacional: “O Phoenix quando acertarem o barco serão imbatíveis, tripulação muito boa, é um Porsche onde estão aprendendo a andar nele. O nosso barco é um carro de família, um Gol , Honda Civic onde tiramos tudo dele”. (Portal da Navegação)
A regularidade foi a chave do veleiro que não venceu nenhuma das sete regatas, mas a pior posição foi um quinto lugar, somando dois segundos: “Não ganhamos nenhuma regata e vencemos o campeonato. É regularidade. O dia que ventou muito aqui no canal conseguimos nos defender, é o dia onde os barcos pequenos não vão bem e ficamos em quinto, foi nossa pior posição e quando ventou pouco fomos bem”.

Marinha ativa nova Organização Militar em Belém

Almirante de Esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire, Vice Almirante Valter Citavicius Filho, CMG Imamura e CT Bruzão (Comandante da nova OM).

A Marinha do Brasil ativou, ontem, o Grupo de Embarcações de Operações Ribeirinhas do Norte (GrEOpRibN), uma nova Organização Militar (OM) em Belém. Objetivo é contribuir para a aplicação do Poder Naval na área de jurisdição do Comando do 4° Distrito Naval. O GrEOpRibN terá entre suas principais tarefas o preparo e o emprego de embarcações em Operações Ribeirinhas, Patrulha Naval e Inspeção Naval, por intermédio de suas Lanchas de Operações Ribeirinhas Blindadas e Lanchas de Ação Rápida.
O emprego conjunto dos meios do GrEOpRibN com tropas de Fuzileiros Navais e navios subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte irá proporcionar um maior poder ofensivo e mobilidade, ampliando a capacidade de reconhecimento e garantindo a proteção dos meios navais envolvidos em Operações Ribeirinhas conduzidas na Amazônia Oriental.
A cerimônia de ativação do GrEOpRibN ocorreu no Complexo da Base Naval de Val-de-Cães, onde está localizada a nova OM, e contou com a presença do Diretor-Geral do Pessoal da Marinha, Almirante de Esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire, e do Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Valter Citavicius Filho.

RECORDAR É VIVER # Posse solene da Federação dos Marítimos

O Prático Gilberto Maia , Comandante no 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Ademir Sobrinho e o então Presidente Eleito Rodolfo Nóbrega.

Federação dos Trabalhadores Marítimos dos Estados do Pará e Amapá, formada pelo Sindicato dos Marinheiros Contra Mestre e Moços, Sindicato dos Foguistas, Sindicato dos Cozinheiros, Sindicato dos Mestres, Sindicato dos Condutores e do Sindicato dos Oficiais de Náutica, foi organizada em 1988 e o primeiro presidente foi o Prático José Maria Carvalho. Em 1992 foi eleito Presidente o Oficial de Náutica Haroldo Uaraci. Na reeleição em 1995, o Sindarpa entrou na Justiça e conseguiu com um mandado suspensivo para anular os direitos sindicais dos diretores eleitos. Com isto, a Federação ficou inoperante.
E foi assim até 2012, quando o Sindarpa retirou a ação. Com isso, foi possível realizar novas eleições. Foram eleitos o Presidente, Comandante Rodolfo Nóbrega, e o Vice-presidente, Prático Gilberto Maia. A Federação voltou às atividades sempre em prol dos direitos dos seus Sindicatos filiados.
A posse da nova Diretoria aconteceu em um jantar no salão nobre do Hilton Hotel, no dia 30 de agosto de 2012, com a presença de membros da comunidade marítima e autoridades locais.

Mares e Rios

O Comando do 4º Distrito Naval e a Sociedade dos Amigos da Marinha (SOAMAR-PA) uniram forças e criaram a campanha de doação de livros infantis “Mares do Saber”. O objetivo do projeto é estimular a leitura e contribuir com o desenvolvimento dos estudantes das comunidades ribeirinhas do Pará. Parabéns!

A segunda turma que ingressou na Praticagem da Bacia Amazônica através de concurso em 1986 completa, neste mês de agosto, 35 anos de atividade. Composta por 16 Praticantes de Práticos, foi a primeira turma com um número expressivo de Oficiais de Náutica. Vamos publicar uma matéria com maiores detalhes sobre esta turma.

A fragata “Greenhalgh – F46”, da Marinha do Brasil, dará baixa do serviço ativo em breve. A cerimônia de mostra de desarmamento deverá ocorrer no próximo dia 10 de agosto. A fragata é o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Guarda-Marinha João Guilherme Greenhalgh, morto na Batalha Naval de Riachuelo.

A Prática da Bacia Amazônica, Romena Aragon, estará disputando o Campeonato Brasileiro de Hipismo (Categoria Master B), no dia 12 de agosto. Ela garantiu a vaga depois de conquistar o segundo lugar no campeonato catarinense da modalidade. No brasileiro, vai saltar com as éguas “Batisha” e “Sharapova”. Estamos na torcida!

No início de 2022, várias OMs (Organização Militar), subordinadas ao Comando do 4º Distrito Naval, vão trocando de Comando: Esquadrão de Helicóptero de Emprego Geral do Norte, CEIMBE (Centro de Independência da Marinha Belém), Hospital Naval, Base Naval, Estação Rádio, Ciaba (Centro de Instrução Braz de Aguiar), Capitania dos Portos do Amapá, Capitania dos Portos do Maranhão e 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas.

A Equipe de Inspeção Naval da Agência Fluvial de Itacoatiara/AM, subordinada à Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, realizou no mês de julho, a apreensão de um comboio composto por um empurrador e uma balsa carregada com 900 metros cúbicos de madeira que estavam em descumprimento ao Regulamento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (RLESTA), no Paraná do Maraca, no rio Madeira, nas proximidades de Nova Olinda do Norte (AM).

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