NAVEGAÇÃO EM FOCO – Federação Paraense de Remo retoma campeonato

A Federação Paraense de Remo (FEPAR), comandada pelo Presidente Luciel Caxiado, vai realizar no domingo, 12, a 1ª Regata do Campeonato Paraense 2021. Em virtude da pandemia do Novo Coronavírus, o campeonato não foi realizado. Por conta disso, reina grande expectativa pela retomada da competição que terá a participação de Remo, Paysandu, Tuna e Guajará.
O esporte de remo olímpico é praticado nas águas da Baía do Guajará há mais de cem anos, sendo um dos mais tradicionais campeonatos do país e que atrai muitos espectadores para a Estação das Docas e o Complexo Ver-o-Rio.
A FEPAR está seguindo as orientações das autoridades competentes, que sempre colaboraram para a realização do evento, Capitania dos Portos, Bombeiros, polícias Militar e Civil (Polícia Fluvial), assim como os tradicionais patrocinadores, as Praticagens Barra do Pará, Pará River e Nortepilot, além do Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Esporte e Lazer (SEEL).

Operação de cabos de fibra óptica em Santana/AP

Navio “Warnowborg” em operação no Porto de Santana, no Amapá.

A Companhia Docas de Santana, no Amapá, está operando, no píer 02, o navio “Warnowborg”, de bandeira Alemã, que trouxe nos porões 900 Km de cabos de fibra óptica subaquáticos. Os insumos serão utilizados no projeto “Amazônia Conectada”, executado pelo Exército Brasileiro.
O objetivo é lançar 7.800 km de cabo de fibra óptica de Belém à Tabatinga para levar internet de qualidade para toda a região Amazônica e proporcionar melhor comunicação nas áreas da educação, saúde e segurança nacional.
Na primeira fase do Projeto, o navio “Danica Sunrise”, aquele que subiu o rio Amazonas com velocidade média de 3,5 nós por hora, já havia transportado os cabos do trecho Manaus-Tabatinga.
Está sendo feita uma operação “Ship to Barge” do navio para a balsa “Prates”, com expectativa de que o transbordo dos cabos seja realizado em dez dias. O agenciamento Marítimo e a Operação Portuária são de responsabilidade do Grupo Serveporto, que tem como Gerente, no Amapá, Rubens Silva.

CONHECENDO A AMAZÔNIA – Rio Amazonas e afluentes da margem direita

No último domingo, 5, foi celebrado no Brasil o Dia da Amazônia. O bioma, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), abriga 50% da biodiversidade mundial, tem mais 5 milhões de km2 (apenas em território brasileiro) e 4,9 milhões de km2 de bacia. O Amazonas é o principal representante da Amazônia. Por isso, seguimos falando do maior rio do mundo e seus afluentes, aproximadamente 1.100 rios compõem um imenso labirinto que deslumbra os visitantes em suas viagens. O Rio Amazonas tem vários afluentes. Na semana passada, falamos do Tapajós, Xingu e Madeira. Hoje, detalhamos mais dois:
Javari: Esse rio nasce na Serra da Contamana (400 metros de altitude), com o nome de Jaquirana, servindo seus 1.180 quilômetros de extensão de limites entre o Brasil e Peru, banhando o município de Benjamin Constant. É muito sinuoso e a foz possui as ilhas de Islândia e Petrópolis. Mesmo atravessando uma região inóspita com população escassa, é navegável por embarcações de pequeno e médio porte. Inicialmente segue na direção Nordeste até a confluência com Bará a partir de onde denomina-se Javari. Daí até proximidades de Envira assume a direção Norte e depois corre novamente pelo Nordeste, desaguando no Solimões, junto a cidade de Atalaia do Norte;
Juruá: Nascendo no Cerro das Mercês (Serra da Contamana) a 453 metros de altitude, é um dos mais importantes afluentes da Amazônia, por ser bastante caudaloso e o mais sinuoso da região. Possui 3.283 quilômetros de extensão e a largura na foz, em frente a Ilha Consciência, próximo da Vila de Tamaniquá (511 milhas de Manaus), varia de 350-400m. Banha as cidades de Carauari, Juruá, Eirunepé, Itamarati, Ipixuna e Canamari. De sua foz até o rio Tarauacá a largura média é de 140 metros, caindo para 100-120 metros nos estirões e 80-120 metros nas curvas. Seu leito pode sofrer variações entre 8-16 metros no nível das águas entre a vazante e a enchente, respectivamente. Mais de 1000 quilômetros de seu curso são navegáveis durante a cheia (janeiro e fevereiro). No período da seca (maio a setembro) a navegação se restringe a 136 milhas de sua foz.

Mares & Rios

Participei, ontem, de um almoço de longo curso com os amigos Alexandre Carvalho, assessor do Prefeito de Barcarena, Renato Ogawa, e Ruy Zanardi, executivo do Grupo OCRIM. O assunto principal foi o bom momento do setor portuário em nosso estado.

A turma da EFOMM que irá concluir o curso de Oficiais Mercantes, no final do ano no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), será denominada Turma “DRAKKAR”. É composta por 109 alunos sendo (75 alunos de Náutica e 34 Alunos Maquinistas), sendo 91 do sexo masculino e 18 do sexo feminino.

O General de Exército Sérgio da Costa Negraes, que recentemente deixou o Comando Militar do Norte, já está em Brasília para assumir, no dia 21, a Secretaria de Economia e Finanças do Exército.

A coluna faz referência ao Capitão de Longo Curso, Ricardo Monteiro, que comanda o gigante do mar, “N/T André Rebouças”, de propriedade da Petrobrás. Monteiro está navegando no Oceano Índico, ao Sul da África, com destino a Singapura.

Hoje, celebra-se o 199º Aniversário da Independência do Brasil, proclamada às margens do Riacho do Ypiranga por D. Pedro I. É mais um ano sem os tradicionais festejos, principalmente as Paradas Militares, onde a população gosta de apreciar os desfiles das Forças Armadas. Nossa homenagem, então, é feita com esta foto da Ilha Fiscal, no Arsenal de Marinha, no Rio de Janeiro/RJ. (LOP).

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