DIÁRIO DE NAVEGAÇÃO – Navios autônomos

Nicole Zaidan Drumond Góes

O futuro caminha de forma promissora para nossos oceanos e animais que vivem neles e deles. Quando a tecnologia se alia às causas nobres como a preservação da vida e do meio ambiente os resultados são grandiosos. Um exemplo disso é a participação de grades empresas, como a IBM, que, junto a Promare, construiu um navio com um forte apelo de sustentabilidade já nas suas estruturas, como o Mayflower.

Nesse mesmo seguimento, o navio inglês Maxlimer, embora com propostas de uso diferentes em alguns aspectos, têm em comum a automatização e foram criados de modo a evitar a emissão de gases poluentes, com energia captada por meio da luz solar.

Outro aspecto em comum nesses “navios-robôs” são as missões de rastreio de animais marinhos, detecção e limpeza de óleo no mar e de microplásticos. Em ambos os casos os navios são monitorados 24 horas em terra, portanto não contam com uma tripulação, o que poderá ser visto como uma vantagem, uma vez que elimina situações de perigo, como incêndios e exposição a substâncias tóxicas, por exemplo.

Outro navio que merece destaque é o conteneiro Yara Birkeland (FOTO), que é 100% elétrico e de baixo ruído. Uma máquina que comporta 120 contêineres de 20 pés, com 80 metros de comprimento, com zero emissão de gases. A ideia é que essa embarcação faça as rotas de transporte de cargas nos portos noruegueses e que diminua a utilização de caminhões movidos a diesel, fato que beneficia nossa atmosfera quando há a diminuição de CO² e outros gases nocivos.

Independente dos objetivos de uso, o importante é que a indústria marítima está desenvolvendo maneiras de harmonizar tecnologia, sustentabilidade e preservação da vida, promovidas pela conscientização do meio ambiente em sua totalidade.

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