
O Comando do 4º Distrito Naval, sob a liderança do vice-almirante Batista, realizou, nesta segunda-feira (19), um almoço que reuniu representantes da comunidade marítima para prestar homenagem ao saudoso vice-almirante Eugênio Marques Frazão, ex-comandante do 4º Distrito Naval. Na ocasião, foi apresentado um quadro confeccionado com as medalhas e platinas utilizadas pelo oficial ao longo de sua carreira militar. A peça ficará exposta na sala do Comando, preservando sua memória e trajetória na Marinha do Brasil.
Natural do Rio de Janeiro, o almirante Frazão construiu uma forte ligação com o Pará, onde decidiu permanecer após sua passagem pelo comando naval, residindo em Belém até seu falecimento. Seus filhos são paraenses, reforçando os laços da família com a região. A justa homenagem foi recebida por seu filho, Paulo Frazão, em um momento de reconhecimento à história e ao legado do oficial.
Estiveram presentes o presidente da Soamar-PA, Tiago Pinto; o vice-presidente, Luiz Omar; o membro nato do Conselho, Relton Pinto; além do vice-almirante Batista, do contra-almirante José Fábio, do ex-capitão dos Portos, capitão de mar e guerra (RM1) Carvalho, e dos capitães de corveta Daniel e Calandrini.
Febtur comemora 5 anos.

A Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo (Febtur) comemora cinco anos de existência, alcançando projeção nacional e internacional, como no evento realizado pelo trade turístico do Uruguai, com a presença de dezenas de filiados da entidade, convidados para divulgar o turismo e estabelecer vínculos mais estreitos entre os dois países.
O presidente nacional da Febtur, o baiano Gorgônio Loureiro, fez um balanço positivo de sua gestão e da atuação dos demais diretores, que ampliaram o número de associados, criaram canais de interlocução em praticamente todo o Brasil e promoveram encontros e congressos em importantes destinos turísticos, como Pará, Bahia, Rio Grande do Norte e Canelones, no Uruguai.
O presidente da Febtur Pará, Robson Messias, que assumiu o cargo este ano, pretende interiorizar a atuação da entidade como forma de incrementar o turismo entre os paraenses, que conhecem pouco do próprio estado, com tantas belezas e peculiaridades, em destinos como Marajó, Alter do Chão, Monte Alegre, Cametá e tantos outros.
MARES & RIOS.

REINAUGURAÇÃO – Ainda repercute na cidade o evento realizado no último sábado (17), que marcou a reinauguração da quadra do Quem São Eles. A beleza e a estrutura da sede, além do grande show de Pinduca, que será homenageado como enredo da escola, foram os destaques da noite. O evento também contou com a presença de importantes integrantes da agremiação que há muitos anos não prestigiavam eventos na quadra, entre eles Luís Fernando Pessoa.

Fernando Gogó de Ouro, Luís Fernando Pessoa e sua esposa, Edielsa, Anastácio Trindade, Luís Guilherme e sua esposa, Rita.
SUPERAÇÃO – Aliás, a quadra do Quem São Eles estava fechada há seis anos, em virtude das condições precárias deixadas por diretorias anteriores, chegando a ser interditada pelos Bombeiros, pela Prefeitura e pelo Ministério Público. A reabertura foi resultado de um trabalho árduo do presidente Luiz Omar, juntamente com sua diretoria e os beneméritos da escola, com destaque para o presidente da Assembleia Geral, Anastácio Trindade; o presidente de honra, Ari Vital; e o embaixador do samba, Fernando Gogó de Ouro. O presidente fez questão de destacar a importância de toda a diretoria do Quem São Eles, que foi guerreira ao seu lado para realizar o sonho de reabrir a quadra.
MELHORIAS – Em reunião de diretoria realizada na noite de ontem, quando foi feita uma análise do evento de reinauguração, apenas um fator deixou a desejar: o calor na quadra, em virtude do grande número de pessoas presentes. Diante disso, o presidente Luiz Omar, juntamente com sua diretoria, decidiu investir na climatização da sede e em melhorias na acústica da quadra, proporcionando mais conforto ao público. O Quenzão voltou com força total!
CULTURA – A esperança é de que, no próximo ano, com a posse do novo governador, a cultura do Pará finalmente receba o respeito e a valorização que merece. É preciso prestigiar os artistas locais, grupos folclóricos, bois-bumbás, pássaros juninos e quadrilhas, que mantêm vivas as tradições do nosso povo. Outra mudança urgente é devolver às escolas de samba o direito de desfilar no período oficial do Carnaval, colocando fim ao absurdo de realizar a festa durante a Quaresma.
A mudança mais aguardada, entretanto, é o fim da chamada “farra” do dinheiro público destinado a eventos de artistas que só aparecem no período do Círio de Nazaré, sob o argumento de que essas apresentações engrandecem a maior manifestação religiosa do povo paraense. É preciso acabar com essa tentativa de transformar a fé em um grande negócio comercial, muitas vezes sustentado pelos cofres públicos. O que engrandece o Círio não são os grandes espetáculos, os cachês milionários ou os eventos para convidados, mas a fé e a devoção a Nossa Senhora de Nazaré, que nunca precisou de nada disso para reunir milhões de fiéis.
Que a próxima gestão tenha coragem de estabelecer prioridades e devolver à cultura popular e à religiosidade o respeito que merecem.
ANTAQ – A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) realizará, nesta terça-feira (20), a terceira sessão da Reunião Participativa, no auditório da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Macapá, no Amapá. O encontro terá como objetivo receber contribuições e sugestões sobre a engenharia e a operação da hidrovia, no âmbito dos estudos preliminares para a concessão da Hidrovia Verde, que abrange o Rio Amazonas e a Barra Norte. A iniciativa busca ampliar o diálogo com os setores envolvidos no transporte aquaviário e contribuir para o aprimoramento do projeto.
FOGO – Em meio às queimadas que deixam a agricultura familiar em alerta, o Marajó realiza a Semana do Fogo, em Cachoeira do Arari, uma oficina com técnicos das secretarias de Meio Ambiente e moradores da região para monitoramento, controle e combate às chamas nos campos marajoaras.
O prefeito Jaime Barbosa considera importante que as prefeituras se engajem nesse processo, principalmente no Marajó oriental, onde a vegetação dos campos abriga muitos búfalos e plantações de arroz e abacaxi, e o vento espalha as chamas com velocidade.
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