Bianca Guilherme
Na primeira edição da feira na região Norte, importadora vai expor motor de popa Suzuki, equipamentos de navegação como holofotes, direção hidráulica, radares e GPS. Evento acontece entre os dias 24 e 26 de maio de 2023, em Manaus
Desde 2004 a Navalshore é realizada no Rio de Janeiro e, pela primeira vez, a mais importante feira do setor na América do Sul terá uma edição no Norte do país. Para Heron Alfaia, CEO da Importadora Alfaia, o mercado naval tem uma importante perspectiva de crescimento em 2023 e, com a feira, a expectativa é grande para atrair novos clientes e debater mais sobre o setor. O evento acontece entre os dias 24 e 26 de maio de 2023.
“Essa é a primeira vez que acontece esse evento em Manaus e isso é muito importante. Temos diversos estaleiros, milhares de embarcações e o principal meio de transporte na região é o fluvial, ou seja, esse segmento na região é muito grande”, comentou.
A companhia será uma das expositoras na feira e pretende mostrar alguns de seus principais produtos como: motor de popa Suzuki, equipamentos de navegação como holofotes, direção hidráulica, radares, GPS, entre outros itens.
“Hoje em Manaus (AM), com a sede matriz (Importadora Alfaia) e sua filial (Náutica Alfaia), conduzimos os negócios com responsabilidade, excelência em atendimento, diversidade em produtos, dando aos nossos parceiros e clientes total segurança dos nossos produtos, gerando vantagens competitivas, sendo reconhecidos como uma das melhores empresas em seu segmento na região Norte e em outros estados do Brasil”, destacou.
Por Portal da Navegação, via Portos & Navios.
Notícias relacionadas
-
ORVAM promove evento de apoio a vítimas de escalpelamento.
-
Falta menos de um mês para o Portos & Costas Brasil 2025, um dos eventos técnicos setorizados mais importantes do país.
-
CONVÉS PRINCIPAL – Oficiais da Marinha Mercante são condecorados pela AMCBM.
-
Após duas décadas de espera, Barcelos ganha novo porto com investimento de R$ 20 milhões.
-
Crescimento de 288% na movimentação de soja e milho fortalece o Arco Amazônico como corredor logístico.