A confirmação da chegada de pessoas infectadas com a variante indiana da Covid ao Maranhão semana passada, assustou os profissionais que precisam entram nos navios que chegam ao Brasil, vindo de todas as partes do mundo.
Segundo o conselho que representa a categoria, formada por 632 profissionais, eles não foram incluídos no grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19, ao passo que funcionários portuários e trabalhadores de transporte aquaviário de empresas brasileiras de navegação foram.
O prático Ricardo Falcão, presidente do CONAPRA, comentou: “Já perdemos três práticos para a Covid-19, somos trabalhadores muito expostos porque entramos em contato com os navios que chegam, com as tripulações. É um trabalho essencial, que não parou nenhum dia na pandemia, entendo que temos direito a essa proteção”.
Por Portal da Navegação.
Notícias relacionadas
-
Companhia Docas do Ceará recebe comitiva da Secretaria Nacional dos Portos para avaliar licitação no MUC 03 no Porto de Fortaleza.
-
Manifestação cobra transparência após fim do monopólio no transporte fluvial em Salvaterra, no Marajó.
-
NAVEGAÇÃO EM FOCO – Mais uma vez o Brasil sai perdendo.
-
Decisão judicial libera aplicação de tarifas de navegação no rio Amazonas.
-
PL fortalece transporte fluvial no AM com criação da Escola de Aquaviários.

