A primeira edição da Navalshore Amazônia, que será realizada no centro de convenções Vasco Vasques, tem 100% do espaço de exposição comercializado. Serão 54 estandes, representando mais de 100 marcas nacionais e internacionais. Dedicada à indústria naval fluvial, o evento reunirá fornecedores de produtos e serviços especializados, como fabricantes de motores, equipamentos de comunicação e estaleiros.
Segundo os organizadores, a procura por espaços na feira continua, mas não há mais possibilidade de expansão física no pavilhão.
A feira e conferência é um desdobramento da tradicional Navalshore realizada desde 2004 no Rio de Janeiro, dedicada à indústria naval marítima. A Navalshore é a maior feira do segmento na América do Sul e considerada ponto de encontro obrigatório para empresas de navegação, estaleiros e fornecedores de navipeças.
Paralelamente à feira, será realizada conferência e um ciclo de palestras. A conferência, realizada nos dois primeiros dias do evento, terá dois painéis. No dia 24, o primeiro painel será dedicado ao financiamento à indústria naval, com a participação de entidades como o Ministério de Portos e Aeroportos, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Caixa Econômica Federal.
No dia 25, o painel terá como tema “O futuro da navegação na Amazônia – Tendências e Oportunidades”, com a participação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, SINDNAVAL – Sindicato da Indústria da Construção Naval, Náutica, Offshore e Reparos do Amazonas e Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma).
O credenciamento de visitantes para a Navalshore e para a conferência é gratuito e deve ser feito pelo link https://inscricaoeletronica.app.br/navalshore_am/
Por Portal da Navegação, via portosenavios.
Notícias relacionadas
-
Aos 162 anos grupo investe R$ 1 bilhão para ligar o Arco Norte aos maiores portos do país.
-
Piauí prevê exportar grãos para a Europa pelo Porto de Luís Correia a partir de 2027.
-
Konta II e III impulsionam escoamento de minério no litoral piauiense.
-
Remo olímpico chega a estudantes ribeirinhos de Portel, no Marajó.
-
Cartilha defende pesca artesanal e soberania alimentar em rios de Santarém.

